

Não há jogo
Estrondos de trovões.
Raios iluminam a mesa. Minhas mãos estão sobre a cadeira, a um triz de puxá-la e sentar. O jogo de damas está pronto para começar. Penso. Qual peça movimentar? Inicio pela lateral. Depois outra. Avanço para o centro. Por fim, mais uma. Seguro. Reflito. Olho para o outro lado. Nada se move. A cadeira está vazia.
Neilza Santos
Enviado por Neilza Santos em 05/08/2026
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